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Prima-Veras, da Quik Cia de Dança, no Memorial Vale

O Memorial Vale está aberto para visitação, mas a programação cultural continua online, seguindo o planejamento do #MemorialValeEmCasa, no Youtube, nas redes sociais do espaço (facebook e instagram) e no site

18/11 – “PRIMA-VERAS”, COM QUIK CIA DE DANÇA

No dia 18 de novembro, quinta-feira, às 19h30, a Quik Cia de Dança apresenta, no YouTube do Memorial Vale, o espetáculo “Prima-Veras”, que evoca o tempo das estações, relacionado aos ciclos da vida humana. A apresentação vem de questões relacionadas ao íntimo, evocando a reflexão sobre a universalidade de temas como a velhice, os ciclos da vida e o ser/estar mulher, tão íntimas quanto universais. O evento foi selecionado pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021 e integra o projeto “Contemporâneo”, do Memorial Vale.

A Quik foi fundada em 2000 no Jardim Canadá, em Nova Lima (MG) pelos bailarinos Letícia Carneiro e Rodrigo Quik, após vasta experiência no Grupo Corpo (1984 a 1996). A Quik nos seus 21 anos de existência possui no repertório dez espetáculos. Atua também há 18 anos no Jardim Canadá, por meio de seu projeto sócio artístico, o "Quik Cidadania", com aulas de dança, música, artes plásticas e grupos sócio educativo para 80 crianças e jovens.

SEMANA DO MEMORIAL VALE TRAZ NATH RODRIGUES EM COMEMORAÇÃO AOS 10 ANOS DO MUSEU

O Memorial Vale traz, na semana da Consciência Negra, o show da cantora e multi-instrumentista Nath Rodrigues, dentro do projeto Memorial Instrumental, gravado exclusivamente para celebrar os 10 anos do museu, no dia 21, próximo domingo, às 11 horas. A semana também conta com a performance “O que desperta o seu sentir?”, de Dan Filho (de 15 a 19); o espetáculo “Prima-Veras” da Quik Cia de Dança (dia 18) e a peça “Partidas”, do Teatro da Pedra (dia 19). Duas exposições estreiam no site: “Centennials”, de Márcia Charnizon e “Sobre Pedras e Nuvens”, de Maíra Mancini.

As ações do Educativo “Sementes da Diáspora” e “Dicas Pretas”, que ressaltam a valorização da cultura negra, acontecem na quarta-feira e na sexta-feira. Três exposições continuam em andamento no site do Memorial Vale: "Estudos Cartas”, de W Mota e “Colheres”, com Hana Brener e “Passagens”, de Maria Vaz.

O Memorial Vale está aberto para visitação, mas a programação cultural continua online, seguindo o planejamento do #MemorialValeEmCasa, no Youtube, nas redes sociais do espaço (facebook e instagram) e no site. As transmissões feitas pelo Youtube ficam disponíveis no canal do Memorial.

Confira os detalhes da programação:

15/11 a 19/11 – PERFORMANCE “O QUE DESPERTA O SEU SENTIR?”, COM DAN FILHO

De 15 A 19 de novembro, às 15 horas, o Memorial Vale apresenta a performance de Dan Filho: “O que desperta o seu sentir?”. São videos em que cada performance explora um dos cinco sentidos humanos, como um convite à educação da sensibilidade. O evento foi selecionado pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021 e integra o projeto “Performance” do Memorial Vale.

“Sentir é condição nata à espécie humana. As interações com o mundo são interpretadas pelos nossos sentidos e são esses que orientam e configuram nossas experiências”, explica Dan Filho, que é artista e educador. Atuando na educação formal e não formal há quase 20 anos, Dan Filho há um ano fundou a Bicho Ser Laboratório do Sentir (junto à também artista e educadora Thaís de Freitas), um espaço de exploração das conexões entre arte, educação e espiritualidade.

17/11 – EXPOSIÇÃO “CENTENNIALS”, DE MÁRCIA CHARNIZON

De 17 de novembro a 17 de dezembro, o Memorial Vale compartilha o link para visitação da galeria virtual multimídia “Centennials”, da fotógrafa Márcia Charnizon, que propõe um encontro com pessoas entre 16 e 19 anos, que cresceram com a cibercultura e não conheceram o mundo sem internet. Trata-se da primeira geração que teve a adolescência atravessada pela pressão e a ambiguidade da expressão das redes sociais e que está crescendo num tempo de colapso do edificio binário: homem X mulher, feminino X masculino/heterossexual X homossexual. O evento foi selecionado pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021 e integra o projeto “Contemporâneo” do Memorial Vale.

Conforme explica Márcia, neste projeto “escutei e fotografei adolescentes de realidades diversas, (mulheres cis/ transgênero e pessoas não binárias) que desde muito cedo têm a vivência marcada por estarem na contramão de padrões ditados pela nossa sociedade, seja

através do corpo, de questões da sexualidade, gênero, raça, relações familiares ou tudo isso junto”. Em “Centennials” a artista busca dar visibilidade para esses corpos e suas coreografias, tatuagens, músicas, grafites e poesias, as cores dos seus cabelos e seus piercings, e fazer ouvir palavras que desconhecemos, gírias incompreensíveis e realidades que não eram nomeadas. Para esse jardim de dualidades e indefinições que é “Centennials”, Márcia Charnizon criou retratos que surgem ao lado do que seria o oposto de alguma representação – gifs animados em pixels (quase) indefinidos que tornam-se a própria performance. O trabalho reúne pedaços de imagens desconstruídas que se movimentam num fluxo contínuo e retratos que nos encaram. Os visitantes da galeria virtual serão embalados pelas vozes adolescentes, que, como protagonistas de suas próprias histórias, nos lembram sobre o devir como estado constante.

Márcia Charnizon é natural de Belo Horizonte e graduada em Comunicação Social pela PUC-MG. Começou a fotografar em 1983, combinando práticas artísticas diversas (fotografia, vídeo, escrita e arte sonora). Tem uma especial atuação no campo da criação de memória e a produção de novos sentidos com a fotografia de família, com trabalhos reconhecidos no Prix de la Photographie Paris, de 2009 a 2011. Seu livro “Memorabília da Casa do Azevedo” recebeu o XIII Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia, em 2013. A imagem, para Márcia , é sempre uma construção junto à pessoa fotografada com a escuta de histórias , dores e desejos mais íntimos. Márcia acredita que a potência do seu trabalho acontece dentro do espaço da intimidade, espaço que de fato a interessa.

17/11 – EXPOSIÇÃO “SOBRE PEDRAS E NUVENS”, DE MAÍRA MANCINI

No dia 17 de novembro até 7 de janeiro, o Memorial Vale apresenta a exposição de fotografias de Maíra Mancini: “Sobre Pedras e Nuvens”, elaborada nos tempos de pandemia. Trata de questões humanas universais e, ao mesmo tempo, subjetivas, em meio a angústias e autorreflexão sobre sentimentos que vivenciamos: de medo, isolamento, tensões e buscas por sentido. O evento foi selecionado pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021 e integra o projeto “Mostra de Fotografia” do Memorial Vale.

“Assim como as grandes guerras e outros momentos na história influenciaram trabalhos de artistas, pelo estilo ou tema, a pandemia que se iniciou em 2020 marcará para sempre nossas vidas”, reflete Maíra. A exposição, através de uma série de 12 fotografias dípticas, propõe a mistura de opostos: o peso e leveza desses dias, a pedra — rígida e áspera — e a nuvem — fluida e penetrável.

Maíra Mancini é mestranda em artes na EBA-UFMG, arquiteta e artista visual, possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (2016) e graduação sanduíche em Paisagismo pela University College Dublin (2015). Atualmente também estuda Artes Plásticas na Escola Guignard, UEMG. Possui experiências interdisciplinares nas áreas de Arquitetura, Urbanismo e Design.

17/11 – SEMENTES DA DIÁSPORA (3/11, 10/11, 17/11 e 24/11)

Todas as quartas-feiras, às 14 horas, o Educativo do Memorial Vale realiza a instalação “Sementes da Diáspora”. Iniciada em 2019, a ação consiste numa instalação na qual a partir de cards (envelopes com sementes de plantas de origem africana estampados com imagens e informações sobre personalidades afro) instalados no Baobá construído pelo Educativo, o visitante é convidado a “colher” essas sementes e refletir sobre o apagamento do protagonismo negro na nossa história. Nesses tempos de distanciamento por causa da pandemia, a ação continua de forma virtual, nas redes sociais do Memorial Vale e possui legenda descritiva das imagens.

19/11 – DICAS PRETAS (5/11, 12/11, 19/11, 26/11)

Às sextas-feiras, às 11 horas, o Educativo divulga as “Dicas Pretas”. São pílulas, com dicas de livros, filmes, etc. com temática étnico racial e produzida por pessoas negras, dando um destaque para produções literárias destinadas ao público infantil. O objetivo é contribuir para discussões sobre as questões étnico raciais, trazendo indicações de conteúdo que ajudem a refletir e conhecer mais sobre a identidade negra. A ação acontece no Instagram do Memorial Vale e possui legenda descritiva das imagens.

19/11 – “PARTIDAS”, COM TEATRO DA PEDRA

No dia 19 de novembro, sexta-feira, às 18 horas, o grupo Teatro da Pedra apresenta, no YouTube do Memorial Vale, a peça “Partidas. O espetáculo traz para a cena a trajetória de personagens e suas lembranças da vida na roça e os desafios da cidade grande. As cenas foram baseadas nas histórias de mulheres do interior de Minas e contam histórias de partidas, chegadas e de amores vividos pelo caminho. É um convite ao reencontro. O evento foi selecionado pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021 e integra o projeto “Gerais, Cultura de Minas”, do Memorial Vale.

Criado em 2015, o Grupo Teatro da Pedra, sediado na Cidade de São João del-Rei (MG), cria espetáculos teatrais promovendo o acesso à arte em cidades da região. Desenvolve ações artísticas de interação cultural por meio de espetáculos teatrais e ações educacionais dentro do Projeto Arte Por Toda Parte, que oferece aulas de teatro para crianças, jovens e adultos. Mantém um espaço cultural artístico promovendo oficinas artísticas, seminários e apresentações de espetáculos do grupo e também de artistas convidados. Por meio da construção coletiva, com direção dramatúrgica do diretor Juliano Pereira, o grupo tem em seu repertório, oito espetáculos para públicos variados.

21/11 – SHOW DE NATH RODRIGUES – 10 ANOS DO MEMORIAL VALE

No dia 21 de novembro, domingo, às 11 horas, dentro do projeto Memorial Instrumental, a multi-instrumentista Nath Rodrigues faz show inédito no YouTube do Memorial Vale, em comemoração aos 10 anos do Memorial. A artista dedica o seu trabalho à música brasileira instrumental, à canção e à pesquisa dos efeitos da música sobre corpo-mente-espírito. A apresentação também celebra o Mês da Consciência Negra. O Memorial Instrumental tem a curadoria de Juliana Nogueira.

Nath Rodrigues é multi-instrumentista, cantora, compositora e investigadora das artes. A artista dedica o seu trabalho à música brasileira instrumental, à canção e à pesquisa dos efeitos da música sobre o corpo-mente-espírito. Integrante do “Lugar de Mulher”, coletivo que promove trabalhos musicais que têm mulheres na cadeia produtiva e criativa, Nath lançou em julho de 2019 seu primeiro disco solo: Fractal. O álbum é composto por 11 músicas inéditas que percorrem parte da trajetória musical da artista e sintetizam um pouco de suas influências até aqui. Fractal conta com participações de Chico César (PB), Sérgio Pererê (MG), Maíra Baldaia (MG) e outros. A artista está preparando seu segundo álbum, Fio, com produção, acompanhamento e belos timbres de Pedro Cambraia, o Cido.

Iniciada em março de 2020, a série Memorial Instrumental foi aberta com show em trio em homenagem às mulheres, formado pelos músicos Christiano Caldas (piano), Lincoln Cheib (bateria) e Stephan Kurmann (contrabaixo acústico). Logo após o primeiro show houve uma pausa em função da pandemia. E depois de alguns meses, veio a retomada de forma on-line. No período de junho a dezembro foram realizados, mensalmente, shows com nomes da música instrumental de Belo Horizonte levando até ao público as possibilidades sonoras de instrumentos variados, tocados por músicos de diversas gerações. Em 2021, a série será dedicada às mulheres.

EXPOSIÇÕES EM ANDAMENTO

ATÉ 21/11 – EXPOSIÇÃO “ESTUDOS CARTAS”, COM W. MOTA

Até 21 de novembro o artista plástico W Mota exibe no site do Memorial Vale a exposição “Estudos Cartas”. Nesse processo a ideia do artista é trabalhar sombras, luzes, cores e trazer para sua obra o mistério que esses elementos carregam e a disruptura dos modos convencionais de se pensar a pintura, formas, cores e planos, utilizando no processo o sistema de cores RGB. O evento foi selecionado pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021 e integra o projeto “Mostra de Fotografia” do Memorial Vale.

W Mota possui graduação em Artes Plásticas - Licenciatura pela Escola Guignard - Universidade do Estado de Minas Gerais (2007) e pós-graduação em Artes Visuais - Cultura e Criação pela Faculdade do Senac MG (2011). Atua na área desde 2004 e atualmente também é professor na rede estadual de Minas Gerais. Desenvolve trabalhos que têm como principal referência as marcas e símbolos de matrizes africanas. Através de instalações, pinturas, objetos, intervenções urbanas e vídeos experimentais, W Mota ressalta elementos que compõem e traduzem expressões afro-brasileiras. As obras do artista são inspiradas por processos religiosos e simbólicos da cultura afro-brasileira, utilizando signos, símbolos e cores que transpassam o sagrado e confere a suas criações identidade fortemente enraizadas nos elementos representativos que se tornaram instrumento de resistência dos negros da diáspora. Por meio de suas obras W Mota busca externar suas vivências e posição ideológica, contribuindo com a promoção da Igualdade Racial.

ATÉ 9/12 – EXPOSIÇÃO COLHERES, COM HANA BRENER

Até 9 de dezembro a fotógrafa Hana Brener exibe no site do Memorial Vale a exposição “Colheres”. A série Colheres mergulha em memórias, sabores e saberes, numa investigação das simbologias da colher de pau associada à comida, à cozinha, às mães, avós, mulheres. Corpos objetos, limpeza, obediência, cuidado, afeto, família, alimento e comunidade em confronto à colonialidade sobre corpos e fazeres. O evento foi selecionado pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021 e integra o projeto “Mostra de Fotografia” do Memorial Vale.

Hana Brener é performer, arte-educadora, artista visual e bailarina pesquisadora. Formada em Biologia pela Universidade Federal de Viçosa, pesquisando os entrelaçamentos entre Arte e Agroecologia. Integra o Coletivo Riacho, no qual desenvolve trabalhos nas interfaces

dança/teatro/fotografia/performance/instalação em investigações artísticas que mergulham nas nuances do existir corpo na relação com símbolos, mitos e ritos da nossa cultura. Vem atuando como performer criadora no espetáculo Odre (2018) e se dedicando ao Projeto Ações Imprevistas e à Série de Fotoperformance Colheres.

ATÉ 23/12 – EXPOSIÇÃO “PASSAGENS’, DE MARIA VAZ

Até 23 de dezembro a fotógrafa Maria Vaz realiza no site do Memorial Vale, a exposição “Passagens”. As fotografias são reconstruídas por meio de sobreposições, apagamentos e recortes, como também fazem a memória e a imaginação. Entre camadas, se perdem e se encontram as memórias vividas e as imaginadas, confunde-se real e fabulação, dentro e fora, público e familiar. A exposição foi selecionada pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021 e integra o projeto “Mostra de Fotografia” do Memorial Vale.

Maria Vaz é artista visual, fotógrafa e pesquisadora, bacharel em Artes Plásticas pela Escola

Guignard/UEMG e mestranda em Artes Visuais pela UFMG. Em seus trabalhos trata da relação entre a memória individual e coletiva através da poética e da fabulação, desenvolvendo uma produção híbrida por meio de experimentações entre imagem e palavra, analógico e digital e o uso de arquivos públicos e familiares. É co-fundadora do duo Paisagens Móveis, onde trabalha em parceria com Bárbara Lissa, e membro dos coletivos/plataformas plataformas Women Photograph e Mulheres Luz. Participou de diversas exposições no Brasil. Em 2021 publicou seu primeiro fotolivro, junto do duo Paisagens Móveis, com o apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. No mesmo ano foi selecionada pelo prêmio Pierre Verger e finalista nos prêmios Lovely e Foto em Pauta para a publicação de fotolivros.

Memorial Minas Gerais Vale – 10 anos com você

O Memorial Minas Gerais Vale está completando 10 anos com muitas histórias para contar. O museu já recebeu mais de 1,1 milhão de pessoas, de todos os lugares do Brasil e de outros continentes. São mais de 1.600 eventos realizados e cerca de 200 mil pessoas em visitas mediadas. Integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, um dos maiores complexos de cultura do Brasil. Caracterizado como um museu de experiência, com exposições que utilizam arte e tecnologia de forma intensa e criativa, é um dos vencedores do Travellers’ Choice Awards do TripAdvisor. Na curadoria e museografia de Gringo Cardia, cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI.

Mais que um espaço dedicado às tradições, origens e construções da cultura mineira, o Memorial é um lugar de trânsito e cruzamento entre a potência da história e as pulsações contemporâneas da arte e da cultura, onde o presente e o passado estão em contato direto, em permanente renovação. É vivo, dinâmico, transformador e criador de confluências com artistas independentes e com diversos segmentos da cultura mineira.

Circuito Liberdade

O Memorial Minas Gerais Vale é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

 

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